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As boias são uma forma de garantir a segurança do seu filho no mar ou na piscina. Por isso, é preciso cuidado redobrado na hora de comprar um equipamento de segurança para as crianças. De acordo com o Ministério da Saúde, a principal causa de mortes e sequelas na faixa etária de zero a 14 anos é de acidentes não-intencionais, como afogamento ou sufocamento, por exemplo. Pos isso, mesmo que o pequeno esteja usando boias, é preciso manter o olhar atento sobre as crianças.
Boias de todos os formatos
Há vários tipos de modelos de boias. Especialistas afirmam que a mais segura delas é a estilo colete salva-vidas, que não sai do corpo com facilidade. As boias que ficam presas na cintura e no braço podem ser complementares: caso uma se solte do corpo da criança, a outra garantirá que ela não vai afundar. As boias de braço, especialmente, são muito utilizadas para facilitar o processo de aprendizagem de natação das crianças pequenas. Ela permite que apenas a cabeça fique fora d'água. Outra modalidade de boia inflável são os colchões, que servem como uma "ilha" no meio da piscina. Há ainda pequenas pranchas flutuáveis, que ajudam a criança a não afundar e que tem como principal função a de exercitar as pernas, já que a principal maneira de se locomover com elas é batendo as pernas.
Boias devem ser certificadas pelo Inmetro
Há boias para todos os tipos de gosto no mercado. As crianças podem escolher a cor, o estilo e até o personagem que vai estampá-las. A única recomendação fundamental é a de que elas sejam certificadas pelo Inmetro. É a garantia dos pais de que elas não vão arrebentar fácil e nem falhar na hora em que mais serão necessárias. Vale lembrar que, mais do que um brinquedo, as boias são equipamentos de segurança.
Saiba como evitar acidentes
Pedagogicamente, as boias são uma maneira de fazer com que as crianças percam o medo da água. Elas se acostumam ao ambiente e, após um certo tempo de aprendizado, possam nadar sem auxílio. Mas vale lembrar que é preciso cuidado redobrado com as crianças em ambientes com água, para evitar afogamentos. Se a piscina for de um clube ou hotel, os pais devem verificar se há um guarda-vidas treinado para caso de emergência. Os pequenos devem ser orientados a não correr em pisos escorregadios e em escadas molhadas. Dê preferência a locais onde as piscinas têm bordas arredondadas, o que minimiza o risco de um ferimento mais grave em caso de queda. Na praia, as crianças não devem entrar no mar desacompanhadas. A correnteza pode puxá-las em direção a arrebentação. Mesmo na água, os pequenos devem estar identificados com pulseirinhas para evitar que se percam.
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